Estado poupa na Saúde em Lorvão
"A totalidade dos doentes mentais – mais de três mil pessoas – internados nos hospitais psiquiátricos e em ordens religiosas terá de ser integrada na família e na comunidade, cumprindo assim uma norma do Plano Nacional de Saúde Mental. Os primeiros pacientes começam a sair até ao final do ano. Só os inimputáveis e os doentes graves terão direito a internamento. Os profissionais de saúde também serão transferidos.
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A criação destas unidades e de serviços psiquiátricos nos hospitais centrais e os novos medicamentos permitem diminuir o número dos doentes internados nos hospitais. Como resultado, foi decidido o fecho de dois hospitais psiquiátricos: o MiguelBombarda(até 2012), em Lisboa, e o de Lorvão (Coimbra). Mantêm-se em funcionamento três unidades: Júlio de Matos (Lisboa), Sobral Cid (Coimbra) e Magalhães de Lemos (Porto)."...
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