1.º de Maio
Contra o conformismo por mais justiça social
O trabalho que sindicatos, trabalhadores inconformados, cidadãos preocupados com a justiça social têm pela frente é de conhecer melhor o funcionamento da economia, os mecanismos de redistribuição da riqueza, para serem mais capazes de fazer propostas alternativas coerentes, justas e inovadoras susceptíveis de recuperar para a intervenção sindical e política muitos trabalhadores e cidadãos que dela se têm alheado.
É difícil, num mundo globalizado e complexo, equacionar todas as dimensões e problemas que se colocam aos que persistem em acreditar que é possível um mundo mais justo para toda a Humanidade. Avançam-se algumas reflexões e desafios que marcam as relações da trabalho e a distribuição da riqueza nos dias em que nos é dado viver.
Que significa, na actualidade, lutar pela dignidade e justiça no trabalho?
É difícil, num mundo globalizado e complexo, equacionar todas as dimensões e problemas que se colocam aos que persistem em acreditar que é possível um mundo mais justo para toda a Humanidade. Avançam-se algumas reflexões e desafios que marcam as relações da trabalho e a distribuição da riqueza nos dias em que nos é dado viver.
Que significa, na actualidade, lutar pela dignidade e justiça no trabalho?
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Paulo Melo, Jornal Voz do Trabalho
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