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domingo, 15 de junho de 2008


REFLEXÃO SOBRE AS LEITURAS
15 de Junho de 2008

Multidões subalimentadas e sofrendo de doenças endémicas, multidões esmagadas pela violência e pela guerra, multidões sufoca­das pelo medo, multidões sem iniciativa e sem estímulo. Mas tam­bém as novas multidões que não têm estes problemas e estão apai­xonadas por ídolos: o dinheiro e a posse, a satisfação imediata, a utilidade como critério central, a competição, o poder e a glória. Jesus encheu-se de compaixão e disse que precisava de trabalhadores para tratar destas searas.
Para o ajudar neste trabalho, temos de confessar que só Deus é abso­luto e digno de ser amado sobre todas as coisas; mas que é impossí­vel amar Deus sem amar os homens, nossos irmãos. E que amar os homens é dar-lhes pão, é dar-lhes justiça e solidariedade, é dar-lhes Deus.

Isso implica que rezemos e trabalhemos sem descanso. Isso implica que sejamos competentes e eficientes; que estimulemos a criatividade; que andemos nesta lufa-lufa, nesta urgência. Não para sermos os pri­meiros, não para ganharmos o que quer que seja, simplesmente por­que o amor não se atrasa.

Implica uma presença no mundo: no trabalho, na cultura, na política, no convívio. Uma vez mais esta presença tem de ser real e forte, mas não pode ser imperialista. O Senhor não nos mandou mandar no mundo; mandou-nos estar na verdade e no amor.

Por exemplo, era muito importante que nós, os cristãos, tivéssemos uma maneira nova de estar na política. Não temos receitas infalíveis, os nossos projectos são tão limitados como quaisquer outros. Mas se os deputados e os governantes cristãos não sacrificassem o bem comum à glória pequena do seu partido; se não aceitassem negociar o que é de todos; se não mentissem; se recusassem as habilidades que enri­quecem os seus pares - era um grande milagre.
(Pároco da Paróquia de Arganil)

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