Este Dia de Oração tem como primeiro objectivo apelar às vocações específicas: vocação ao ministério presbiteral e vocação à vida consagrada.
Numa Igreja em que cada um é chamado a assumir o seu lugar, é preciso não perder de vista a necessidade do ministério presbiteral para a vida das comunidades, e também das vocações à vida consagrada. Neste sentido, a tarefa de sensibilização do povo cristão é um dos desafios mais importantes da Pastoral. Claro que não se pode esperar que Deus faça tudo. O que o homem pode fazer, Deus não o faz.
Crianças e adolescentes devem ser educados para o serviço aos outros. Não tanto por palavras, por mais simples que sejam, mas pelo testemunho dos pais e outros educadores.
O dom de si, que inspira o amor mútuo dos esposos, deve pôr-se como modelo e norma do que deve haver nas relações entre irmãos e irmãs e entre as várias gerações que convivem na família. Quando chega a idade do despertar para o amor e das interrogações sobre a vocação e o caminho a seguir, mais uma vez os pais e outros membros da família deverão estar dispostos a auxiliar os adolescentes e jovens na escolha das amizades, da vocação, da atitude perante o amor e perante a vida.
Embora com respeito pela inteira liberdade de cada um, também, aqui a família e a comunidade podem ter uma acção positiva, testemunhando aos mais novos um critério de viver, agora e no passado, que os ajuda e esclarece nas atitudes certas a tomar.
Que o apelo passe por fazer uma apresentação simples do que são as vocações específicas, do que as caracteriza e dizer em que é que são necessárias para a Igreja. E, concretamente, pelo acompanhamento de jovens que participam na vida da comunidade cristã, ajudando-os a descobrir o valor do serviço a Deus e aos outros.
M. V. P.
In
http://oamigodopovo.com/
Numa Igreja em que cada um é chamado a assumir o seu lugar, é preciso não perder de vista a necessidade do ministério presbiteral para a vida das comunidades, e também das vocações à vida consagrada. Neste sentido, a tarefa de sensibilização do povo cristão é um dos desafios mais importantes da Pastoral. Claro que não se pode esperar que Deus faça tudo. O que o homem pode fazer, Deus não o faz.
Crianças e adolescentes devem ser educados para o serviço aos outros. Não tanto por palavras, por mais simples que sejam, mas pelo testemunho dos pais e outros educadores.
O dom de si, que inspira o amor mútuo dos esposos, deve pôr-se como modelo e norma do que deve haver nas relações entre irmãos e irmãs e entre as várias gerações que convivem na família. Quando chega a idade do despertar para o amor e das interrogações sobre a vocação e o caminho a seguir, mais uma vez os pais e outros membros da família deverão estar dispostos a auxiliar os adolescentes e jovens na escolha das amizades, da vocação, da atitude perante o amor e perante a vida.
Embora com respeito pela inteira liberdade de cada um, também, aqui a família e a comunidade podem ter uma acção positiva, testemunhando aos mais novos um critério de viver, agora e no passado, que os ajuda e esclarece nas atitudes certas a tomar.
Que o apelo passe por fazer uma apresentação simples do que são as vocações específicas, do que as caracteriza e dizer em que é que são necessárias para a Igreja. E, concretamente, pelo acompanhamento de jovens que participam na vida da comunidade cristã, ajudando-os a descobrir o valor do serviço a Deus e aos outros.
M. V. P.
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Imagem: http://www.agencia.ecclesia.pt
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