Ainda a
origem do topónimo
Farinha Podre...
Sobre este tema, o NE de Novembro, abordou este tema, ao trazer à actualidade a obra do Dr. Carlos Proença , Notícias Históricas de Mondalva (1985).
No capítulo designado por “ Faciamus Molinos “, é analisada a origem do nome de Farinha Podre.
Segundo Carlos Proença, a generalização, no vale do Mondego, no decorrer do séc X, do novo sistema de moagem, utilizando a força motriz dos cursos de água, lançou para segundo plano as velhas moendas pré - hidráulicas, accionadas pela força dos animais e, muitas vezes, de homens e mulheres. De um sistema de quase monopólio por parte dos poderes senhoriais, passa-se para uma acentuada proliferação de pequenos moinhos ribeirinhos, onde as taxas de maquia eram muito menores e onde reinava algum sentimento de emancipação. Mas Farinha Podre porquê? Ora, Carlos Proença, interroga-se se não terá sido, precisamente, nesses tempos e neste contexto, que se terá levantado contra o antiquado moinho senhorial a esmagadora acusação de transformar o grão limpo e são em farinha podre , acusação que terá sido logo repetida, de aldeia em aldeia, de casal em casal, por toda a Mondalva .
Mas muito mais poderíamos ler nesta preciosa monografia, que nos leva às origens de S. Pedro de Alva, fala da Linhagem dos Farinhas, da Matriz de S. Pedro e da sua Comenda de Cristo e nos revela também dados sobre história de S. Paio de Sovereda.
No capítulo designado por “ Faciamus Molinos “, é analisada a origem do nome de Farinha Podre.
Segundo Carlos Proença, a generalização, no vale do Mondego, no decorrer do séc X, do novo sistema de moagem, utilizando a força motriz dos cursos de água, lançou para segundo plano as velhas moendas pré - hidráulicas, accionadas pela força dos animais e, muitas vezes, de homens e mulheres. De um sistema de quase monopólio por parte dos poderes senhoriais, passa-se para uma acentuada proliferação de pequenos moinhos ribeirinhos, onde as taxas de maquia eram muito menores e onde reinava algum sentimento de emancipação. Mas Farinha Podre porquê? Ora, Carlos Proença, interroga-se se não terá sido, precisamente, nesses tempos e neste contexto, que se terá levantado contra o antiquado moinho senhorial a esmagadora acusação de transformar o grão limpo e são em farinha podre , acusação que terá sido logo repetida, de aldeia em aldeia, de casal em casal, por toda a Mondalva .
Mas muito mais poderíamos ler nesta preciosa monografia, que nos leva às origens de S. Pedro de Alva, fala da Linhagem dos Farinhas, da Matriz de S. Pedro e da sua Comenda de Cristo e nos revela também dados sobre história de S. Paio de Sovereda.
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