CAULE comemora criação da ZIF Mondalva
A sessão terá lugar, às 18h00, na Casa do Povo de São Pedro de Alva e será precedida pela realização, pelas 16h00, da assembleia-geral de aderentes da ZIF Mondalva.
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Observador Cetelem: “O automóvel não poluente: que futuro?”
Europa lidera luta contra Efeito de Estufa
A Europa tem vindo a destacar-se na luta contra a emissão de gases com efeito de estufa, a qual constitui um
eixo principal da sua política ambiental.
A regulamentação relativa à emissão de CO2 e à utilização de transportes tem vindo a evoluir rapidamente. As bases de negociação europeias apresentam, actualmente, ambições elevadas em termos de níveis de desempenho a atingir e de calendário a respeitar.
Na luta contra o efeito de estufa, a Comissão Europeia propõe uma redução de 10g de CO2 por Km através de medidas a implementar no sector de transportes, que representa 13% das emissões totais. Como medidas complementares, além do recurso aos agrocombustíveis (5g CO2/km), são propostas: a adaptação dos pneus para redução da fricção, a implementação de sistemas de controlo de pressão dos pneus e de sistemas de ar condicionado mais económicos (5g CO2/km).
A fim de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, têm vindo a ser estudadas duas estratégias: por um lado, a redução do consumo emissor de gases com efeito de estufa, através da eficácia energética e da redução dos consumos/utilização. Por outro, a substituição das energias fósseis por energias renováveis.
A Europa fez da luta contra a emissão de gases com efeito de estufa um eixo principal da sua política ambiental. Mas à escala mundial, os objectivos de redução dos gases com efeito de estufa e as normas oficiais para os atingir são ainda raros e muito insuficientes.
O estudo automóvel do Observador Cetelem foi desenvolvido a partir de análises económicas, técnicas e previsões, realizadas entre Julho e Setembro de 2008 em colaboração com o instituto de estudos e consultadoria BIPE (www.bipe.com) que se baseia na sua longa experiência no domínio automóvel, designadamente através dos seus Clubes Automóveis de conjuntura e missões de marketing e de prospecção que efectua à escala internacional a pedido dos construtores, fornecedores de equipamentos e agentes do comércio automóvel. Quanto aos inquéritos a consumidores e às entrevistas com especialistas profissionais do universo automóvel foram realizadas pela Anacom (www.anacom.fr), sociedade de estudos qualitativos e quantitativos.
| A alimentação vegetariana tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos, apesar de continuar a ser minoritária entre nós. Aqui são apresentados argumentos de saúde, ambientais e económicos a favor do vegetarianismo, sendo a autora Bióloga e Vegetariana. | ||
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| O vegetarianismo não é uma moda recente. Ao longo da história da humanidade houve pequenos grupos e povos inteiros, que por razões religiosas, económicas, culturais ou ambientais, seguiram uma dieta exclusivamente ou predominantemente vegetariana. Moda recente é o destaque que os produtos de origem animal passaram a ter na nossa alimentação. Basta falarmos com os nossos pais e avós, para rapidamente percebermos que ainda há poucas décadas atrás, a carne e o peixe eram alimentos consumidos excepcionalmente em dias de festa e que o leite nem sequer fazia parte da sua dieta. Uma vez que eram considerados “alimentos dos ricos”, assim que a melhoria nas condições de vida nos países desenvolvidos facilitou a acesso de mais pessoas a estes produtos, o seu consumo tornou-se generalizado e exagerado. Mas estes alimentos deveriam ter continuado a ser consumidos excepcionalmente, pois o seu consumo regular não é necessário à saúde e pelo contrário é causador de inúmeras doenças. | ||
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| Perante o cenário actual de uma população obesa e doente, assistimos agora a um esforço das autoridades médicas, de educação da população para que readquira hábitos mais saudáveis de alimentação, com redução dos produtos de origem animal e com predomínio de produtos de origem vegetal. Muitas pessoas seguem esse conselho até ao fim, tornando-se vegetarianos e deixando pura e simplesmente de comer animais ou produtos derivados de animais. Apesar da dieta vegetariana ser cada vez mais tema de capa de revista, a maior parte das pessoas ainda encara o vegetarianismo com desconfiança. Consideram esta dieta anti-natural e receiam que ao retirarem a carne do seu menu ficarão sub-nutridos. Os milhões de vegetarianos que vivem e viveram ao longo da história da humanidade são a prova viva de que é possível viver só de plantas. Mas se dúvidas existiam sobre se essa vida seria saudável, inúmeros estudos científicos recentes demonstraram que não só os vegetarianos não são mais doentes, como em média são mais saudáveis e vivem mais tempo do que aqueles que comem produtos animais. | ||
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| A American Dietetic Association, publicou um artigo de revisão de todos os conhecimentos actuais sobre dieta vegetariana e concluiu que "dietas vegetarianas bem planeadas são saudáveis e nutricionalmente adequadas, sendo bastante benéficas na prevenção e tratamento de diversas doenças". Mas como pode isso ser? Afinal de contas somos omnívoros! É verdade, somos omnívoros. Mas o que significa isso exactamente? Os nossos antepassados começaram por ser frugívoros (comiam apenas frutos), depois evoluíram para omnívoros, alargando a sua dieta a insectos e pequenos mamíferos e mais tarde tornaram-se pescadores e caçadores, passando a incluir no seu menu a carne de diversos animais. No entanto, durante a maior parte desse percurso evolutivo, os nossos antepassados basearam a sua dieta em plantas, sendo os produtos de origem animal um complemento da sua alimentação de onde retiravam calorias e proteínas extra. Há quem atribua o desenvolvimento da nossa inteligência à ingestão de carne, mas foi o aumento progressivo dos cérebros dos nossos antepassados que criou a necessidade de ingestão de mais proteínas e gorduras, que a carne forneceu em abundância. Milhões de anos depois, o ser humano inventou a agricultura e passou a produzir inúmeras variedades de cereais, leguminosas, oleaginosas, hortícolas e frutos, capazes de suprir as suas necessidades nutricionais e energéticas, de tal forma que hoje em dia, na maior parte do planeta, o ser humano já não precisa de comer carne para viver e ser saudável. | ||
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| Ao contrário do que comummente se pensa, ser omnívoro não implica que se tenha de comer de tudo para se sobreviver, mas sim que se pode sobreviver com um leque variado de opções alimentares. Um omnívoro consegue viver só de carne ou só de plantas, se apenas tiver disponível uma dessas opções para se alimentar. O facto de termos inventado a agricultura, dá uma nova dimensão ao facto de sermos omnívoros, pois oferece-nos a liberdade de escolha dos alimentos. E porque é que devemos escolher comer plantas em vez de animais? Se no passado todos os produtos de origem animal eram produzidos de modo tradicional e extensivo, com aproveitamento de solos e paisagens não-aptas para a agricultura, hoje em dia a grande maioria desses produtos são produzidos industrialmente, com enorme desperdício de recursos naturais e com graves consequências ambientais e sociais. Além das questões dos direitos e do bem-estar dos animais, que cada vez mais devem ser debatidas e consideradas na forma como produzimos os nossos alimentos, as questões relativas ao impacto ambiental da produção animal devem levar-nos a questionar os nossos hábitos, principalmente se nos consideramos ecologistas e pretendemos reduzir a nossa pegada ecológica no planeta. “É ecologista? Então porque ainda come carne?” É a questão provocadora que tem gerado acesos debates entre aqueles que se consideram ecologistas. Há aqueles que, perante os dados que apontam a produção animal como um dos maiores problemas ecológicos dos nossos dias, se tornaram vegetarianos para reduzirem o seu impacto ambiental no planeta e há aqueles que, achando que a ingestão de produtos animais faz parte da nossa ecologia, não pretendem mudar os seus hábitos alimentares, embora concordem que a produção industrial destes produtos é anti-ecológica. | ||
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| Eis alguns dados perturbantes: - Nos Estados Unidos, mais de metade de toda a água consumida é gasta na produção animal e outra estimativa aponta para que perto de 85% da água consumida no planeta seja gasta na produção animal. Para se produzir 1kg de batatas são necessários cerca de 50 litros de água e para se produzir 1 kg de trigo são necessários cerca de 42 litros, no entanto para se produzir 1kg de carne de vaca são necessários 43.000 litros de água! - Os dejectos dos animais, que antes eram naturalmente integrados novamente nos solos, fertilizando-os, são agora produzidos em tamanha quantidade, que se tornaram um dos maiores problemas de poluição no mundo, contaminando de forma severa os solos e as águas. - A criação de gado e a produção agrícola intensiva para alimentação desse gado, estão entre as principais causas de desertificação e de desflorestação do planeta. Dois terços dos terrenos agrícolas são dedicados a pastagens e culturas para alimentar o gado. Estima-se que por cada quilo de carne que é produzido se percam 77 quilos de solo fértil e que 85% da erosão dos solos no mundo está associada a culturas destinadas à alimentação do gado e à produção de pastagens. - Na actualidade, existe suficiente solo fértil, energia e água para alimentar mais do dobro da população humana existente. No entanto, entre as questões políticas e económicas que impedem milhões de pessoas de aceder aos alimentos produzidos, está também o facto de que metade dos cereais produzidos no mundo destina-se a alimentar animais para consumo em países desenvolvidos, em vez de servir de alimento aos seres humanos que passam fome em países sub-desenvolvidos. - São necessários cerca de 7 kg de cereais e soja, para produzir 1 kg de carne nos Estados Unidos. Bastaria que os norte-americanos reduzissem o seu consumo de carne em 10%, para que mais 100.000.000 pessoas pudessem ser alimentadas com os cereais assim poupados. Foi demonstrado que se toda a população mundial fosse vegetariana, tudo aquilo que se dispende na produção animal poderia alimentar 10 biliões de pessoas, ou seja, mais do que a população humana que se prevê existir em 2050. Devido à grande diversidade de ambientes que o ser humano ocupa, nem sempre este dispõe de terrenos férteis para agricultura ou de diversidade alimentar suficiente para poder alimentar-se exclusivamente de plantas e é preciso tomar isso em consideração, se se não quiser cair em fundamentalismos. Os animais herbívoros são capazes de transformar ervas, sem valor alimentar para o ser humano, em proteína e gordura de alto valor nutritivo e calórico e a sua importância na alimentação das pessoas que habitam regiões menos férteis e inaptas para a agricultura, não deve ser ignorada. No entanto, a produção industrial de animais para consumo, que nada tem que ver com o aproveitamento de recursos e muito pelo contrário é um desperdício de recursos, não deve de forma alguma ser colocada ao mesmo nível da produção extensiva e ao ar livre de produtos de origem animal. | ||
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| Poucas pessoas se podem gabar de apenas consumirem produtos animais de origem biológica e extensiva. A maioria das pessoas, principalmente as que vivem em ambiente urbano nos países mais desenvolvidos, mesmo que ocasionalmente optem por comprar estes produtos, não deixam de consumir maioritariamente os de origem industrial, apoiando assim activamente este sistema de produção animal, com todas as consequências que ele acarreta para os animais, para o ambiente e para a humanidade. Estas pessoas, que são milhões em todo o planeta, deveriam interrogar-se mais sobre as opções que tomam na hora de encher o prato e pensar em como o gesto simples de trocar o bife por feijão ou lentilhas pode ajudar a salvar o mundo. Bibliografia: "So You're an Environmentalist; Why Are You Still Eating Meat?", Jim Motavalli, E Magazine, January 3, 2002 (www.alternet.org/story/12162) "Meat-eating environmentalist? How can that be?", Lisa Rogers, Toronto Vegetarian Association (www.veg.ca/lifelines/marapr/ "Why environmentalists aren’t vegetarian", David Pye, VSUK Trustee, 35th World Vegetarian Congress (www.ivu.org/congress/2002/ "A paleontological perspective on the evolution of human diet", Peter Ungar and Mark Teaford (www.cast.uark.edu/local/ "Fruits of the Past", Colin Spencer (www.viva.org.uk/guides/ "Our Food Our World – The Realities of an Animal-Based Diet", EarthSave Foundation, Santa Cruz, 1992 "Diet for a Small Planet", Frances Moore, Lappe Ballantine Books, 20th Annv Edition, 1985 "The Food Revolution: How Your Diet Can Help Save Your Life and Our World", John Robbins, Conari Press, 2001 "Diet for a New America: How Your Food Choices Affect Your Health, Happiness and the Future of Life on Earth", John Robbins, H.J. Kramer, Reprint edition, 1998 | ||
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| Leituras Adicionais Os produtos com qualidade diferenciada e a segurança alimentar Higiene e Segurança Alimentar: o que significa? Qual a sua aplicação? Sistemas de Gestão da Segurança Alimentar – Introdução à Norma ISSO 22000 A Agricultura Biológica Vantagens de comer “biológico” Pode a agricultura biológica alimentar o Mundo? A comida, as compras e a engenharia genética Ambiente e saúde |
HOJE
“OS VERDES” EM COIMBRA DISCUTEM PROBLEMAS DE RESÍDUOS
Uma delegação do Partido Ecologista “Os Verdes”, que inclui a Deputada Heloísa Apolónia e o dirigente nacional José Miguel Gonçalves, desloca-se hoje, dia 3 de Fevereiro, a Coimbra para reunir com ERSUC.
Este encontro terá como principais objectivos discutir questões relacionadas com a construção das futuras centrais de tratamento mecânico e biológico, em Aveiro e Coimbra, com a capacidade dos aterros e com os níveis de reciclagem de resíduos.
“Os Verdes” estarão disponíveis para declarações à comunicação social no final da reunião, que decorrerá no período da manhã, através dos números 965 239 937 ou 936 206 025.
Dispositivo de Prevenção Estrutural
Afirmação no âmbito da Gestão e da Defesa da Floresta
Foi publicado no dia 16 de Janeiro, a Portaria n.º 35/2009, de 16 de Janeiro, que aprova o regulamento de organização e funcionamento do Dispositivo de Prevenção Estrutural.
Dando continuidade à profunda reforma que o Sistema de Defesa da Floresta tem vindo a verificar nos últimos 3 anos, o Governo elaborou uma cuidada estruturação e organização do primeiro pilar do sistema, a prevenção estrutural, concretizada no Dispositivo Integrado de Prevenção Estrutural (DIPE).
O DIPE encontra a sua base orientadora de acção no Programa Nacional de Prevenção Estrutural, documento que desenvolve a Estratégia Nacional para as Florestas e o Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios, e é constituído por cinco unidades centrais: Unidade de Coordenação e Planeamento, Grupo de Analistas e Utilizadores de Fogo, Grupo de Gestores de Fogo Técnico, Corpo Nacional de Agentes Florestais, e estrutura de sapadores florestais contratualizada. Para uma actuação no universo dos agentes bióticos, as unidades centrais do DIPE articulam-se ainda com o Corpo Nacional de Inspectores de Sanidade Florestal. Adicionalmente, o DIPE pode integrar estruturas de entidades públicas ou privadas de forma permanente ou pontual.
Ao DIPE compete o planeamento, a elaboração e a difusão de directivas operacionais e de intervenção, bem como a gestão e o fluxo da informação técnica e operacional, competindo igualmente a execução de acções cujo âmbito seja a gestão florestal, a defesa da floresta e a salvaguarda do património florestal contra agentes bióticos e abióticos.
O DIPE articula-se com a nova Rede Florestal – Experimentação e Formação Florestais, entidade que sucede ao CENASEF, ao COTF e incorpora igualmente a Mata Nacional do Escaroupim.
Este novo dispositivo tem, portanto, uma integração da componente programática, estrutural, experimental e formativa, que importa valorizar, promovendo-se assim um sentimento de mobilização de vontades.
REFORMA LEGISLATIVA DAS FLORESTAS PUBLICADA
Foram publicados dia 14 de Janeiro, três Decretos-Lei no âmbito da política florestal, que estabelecem o Regime Jurídico dos planos de ordenamento, o novo regime jurídico das Zonas de Intervenção e um outro diploma que vem consolidar o Sistema de Defesa da Floresta Contra Incêndios.
No sentido de concretizar territorialmente as orientações constantes na Estratégia Nacional para as Florestas, foi publicado o Decreto-Lei n.º 16/2009, que estabelece o Regime Jurídico dos planos de ordenamento, de gestão e de intervenção de âmbito florestal que vem simplificar e codificar a legislação aplicável neste domínio, visando agilizar o processo de elaboração dos diferentes planos e facilitar a sua real agregação e implementação no terreno. Assim, este novo regime jurídico estabelece três níveis de planeamento territorial: um regional, que estabelece as linhas de planeamento sectorial; um nível de exploração, que estabelece as acções concretas de gestão do território; e um nível operacional e de resposta a constrangimentos específicos, que permita actuar em zonas de risco de incêndio, perante pragas e doenças, ou outras situações como a recuperação de solos degradados ou as obras de correcção torrencial.
Para uma maior coerência territorial, foi ainda publicado o Decreto-Lei n.º 15/2009, que aprova o novo regime jurídico das Zonas de Intervenção Florestal. Não obstante o tremendo movimento de envolvimento por parte dos proprietários e produtores florestais a este modelo de gestão do território, foram agilizados os processos de criação das ZIF, simplificados os procedimentos e alargadas as competências das entidades gestoras, tornando-as mais fortes e transparentes. É também possibilitada a gestão total integrada do território da ZIF nas suas diferentes componentes agro-silvo-pastoris. Prevê-se, ainda, a possibilidade de inclusão de terrenos sob a administração directa do Estado ou das autarquias nas ZIF, bem como de territórios comunitários, nos seguintes modelos: ZIF de áreas privadas – área mínima de 750 ha; ZIF de áreas comunitárias – área mínima de 10 000 ha, e 5 unidades baldias; ZIF de áreas públicas em associação com áreas privadas – área mínima de 4000 ha; e ZIF de áreas comunitárias em associação com áreas privadas – área mínima de 4000 ha.
No âmbito da Defesa da Floresta Contra Incêndios, foi publicado o Decreto-Lei n.º 17/2009, que permite consolidar o Sistema de Defesa da Floresta Contra Incêndios, corrigindo um conjunto de fragilidades que necessitavam ser ajustadas, de forma a conferir mais solidez a todo o sistema. Assim, entre os ajustamentos introduzidos, realça-se a definição do nível de planeamento e coordenação regional, ao nível distrital, sob a forma de Comissões Distritais de Defesa da Floresta. Clarificam-se, igualmente, as competências do Estado e da administração local, em particular no que respeita à declaração de utilidade pública das infra-estruturas de defesa da floresta contra incêndios, que passa a ser proposta apenas pelas câmaras municipais. Resolvendo um problema recorrente quanto às edificações em espaço rural, estas passam a ser apenas interditas fora das áreas edificadas consolidadas, onde se incluem as áreas urbanas consolidadas e outras áreas edificadas em solo rural. Também se introduzem disposições clarificadoras em matéria de uso do fogo, tendo em vista a defesa de pessoas e bens e do património florestal. Assim, as regras relativas ao uso do fogo passam a ser observadas para todas as acções de fogo técnico, incluindo o fogo de supressão, e não apenas para o fogo controlado. Por último, são ainda definidos os prazos de elaboração e revisão dos planos de defesa da floresta contra incêndios.
Ainda no âmbito da reforma legislativa que o Governo está a promover nas Florestas, foi publicado no dia 9 de Janeiro o Decreto-Lei n.º 9/2009, que Estabelece o Regime Jurídico aplicável ao exercício da actividade dos Guardas dos Recursos Florestais. Para além da fiscalização e policiamento, os guardas florestais passam a exercer funções ao nível do ordenamento e exploração de espécies cinegéticas e aquícolas em águas interiores e outros recursos silvestres, de forma a garantir a gestão sustentada dos mesmos, respeitando as normas de segurança e de protecção do ambiente.Também exercem funções de sensibilização do público para as normas de conduta, em matéria de conservação dos recursos naturais e de vigilância, detecção e alerta de incêndios florestais, nas respectivas áreas de intervenção.
“Os Verdes” questionam o Governo sobre a doença do nemátodo do pinheiro
e as consequências da estratégia nacional adoptada
O combate à doença do Nemátodo da Madeira do Pinheiro em Portugal revelou-se um dos processos mais mal conduzidos pelo Ministério da Agricultura nos últimos anos.
A Unac, a Florestis, a Fenafloresta, a CAP – Confederação de Agricultores de Portugal e a Celpa – Associação da Indústria Papeleira responsabilizam o Governo pelo insucesso da estratégia definida que se consubstanciou no alastramento da doença para fora da área inicial da península de Setúbal e para além da própria faixa de contenção prevista.
Assim, o Deputado Francisco Madeira Lopes entregou na Assembleia da República uma pergunta dirigida ao Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, solicitando os seguintes esclarecimentos:
As alterações climatéricas deixaram de ser pensadas como uma mera possibilidade. Actualmente, vários países do mundo lutam contra as suas consequências e procuram diminuir os efeitos. A União Europeia está a desenvolver programas para mitigar os efeitos das mudanças do clima sobre os países pobres. No Bangladesh, o período das monções é cada vez mais reduzido e as chuvas caiem de forma mais intensa e devastadora. Em Dezembro de 2007, um ciclone provocou mais de dez mil mortos. Noites de Verão ao Luar
A partir do dia 14 e até 21 de Junho vamos ter a Lua Cheia e com ela as “Noites de Verão ao Luar”.
Esta actividade da ECOTURA, em terras de Lobos, vai percorrer os caminhos outrora calcorreados por contrabandistas e por homens que atravessavam a fronteira a salto pela calada da noite. Com início ao Pôr-do-Sol e mais tarde com as estrelas por companhia, vamos entrar em território do Lobo e desfrutar de todo o misticismo da montanha iluminada pelo luar.
Vamos ter oportunidade de observar os Garrranos em liberdade, fotografar plantas carnívoras, visitar gravuras rupestres, monumentos Megalíticos e cear num dos mais belos cenários naturais da Serra da Peneda a ouvir o canto dos grilos e das aves bem como histórias de contrabandistas e de lobos.
Com a ajuda de quem sabe, o céu com as suas constelações, galáxias e muitos outros objectos do céu profundo vai desvendar-se perante os nossos olhos. E, quem sabe, talvez sejamos brindados pelo rasto fugaz de algum lobo curioso.
Dias em que se faz a actividade: 14, 15, 20 e 21 de Junho.
O programa inclui passeio pedestre, 1 refeição de campo e seguro de acidentes pessoais.
Preço por pessoa –37.50 euros
Crianças até aos 12 anos - 50% do valor
Para mais informações consulte www.ecotura.com ou contacte ecotura@ecotura.com ou 251465025 / 934671393
Actividade Pedestre
No fim-de-semana de 7 e 8 de Junho a Ecotura vai organizar uma actividade pedestre que está especialmente vocacionada para quem gosta de apreciar uma natureza verdadeiramente intocada e o silêncio da montanha.
“Nas Margens de um Rio Selvagem” irá proporcionar a todos 2 dias de verdadeiro “Wilderness”.
Caminhos antigos que nos conduzem a bosques escondidos dos olhares do Homem. Vales no interior de montanhas rochosas onde só os mais afoitos conseguem chegar. Água, muita água que jorra pelas encostas da serra e se debate no leito de um rio de montanha. Falésias por onde o rio se precipita num manto de espuma branca, formando cascatas que desaguam em poços de água cristalina. Água que corre sem controlo mas que nos vai indicar o caminho a seguir até ao final desta actividade em território do Lobo.
O programa completo inclui 1 dormida em Hotel com pequeno-almoço, 2 refeições de campo, um jantar regional, todas as deslocações a partir do ponto de encontro e seguro de acidentes pessoais.
Preço por pessoa – 137.50 euros (se pretender dormidas em quarto individual este valor terá um acréscimo de 16.25 euros)
Crianças até aos 12 anos - 50% do valor
No fim-de-semana de 31de Maio e 1 de Junho a Ecotura vai organizar uma actividade pedestre que está especialmente vocacionada para quem gosta de apreciar uma natureza verdadeiramente intocada e o silêncio da montanha.
“Nas Margens de um Rio Selvagem” irá proporcionar a todos 2 dias de verdadeiro “Wilderness”.
Caminhos antigos que nos conduzem a bosques escondidos dos olhares do Homem. Vales no interior de montanhas rochosas onde só os mais afoitos conseguem chegar. Água, muita água que jorra pelas encostas da serra e se debate no leito de um rio de montanha. Falésias por onde o rio se precipita num manto de espuma branca, formando cascatas que desaguam em poços de água cristalina. Água que corre sem controlo mas que nos vai indicar o caminho a seguir até ao final desta actividade em território do Lobo.
O programa completo inclui 1 dormida em Hotel com pequeno-almoço, 2 refeições de campo, um jantar regional, todas as deslocações a partir do ponto de encontro e seguro de acidentes pessoais.
Preço por pessoa – 137.50 euros (se pretender dormidas em quarto individual este valor terá um acréscimo de 16.25 euros)
Crianças até aos 12 anos - 50% do valor
Para mais informações consulte www.ecotura.com ou contacte ecotura@sapo.pt ou 251465025 / 934671393
"Tendo por objectivo promover o desenvolvimento físico, hábitos de vida saudável. e o intercâmbio entre Instituições vamos realizar, durante o mês de Maio, “Mês do Coração” um conjunto de actividades desportivas, nas quais inserimos a “Caminhada pela Saúde”, a realizar no próximo dia 20 de Maio, na Serra da Portela de Oliveira."Passeio Pedestre
No fim-de-semana de 17 e 18 de Maio a Ecotura vai organizar uma nova actividade pedestre que está especialmente vocacionada para quem gosta de apreciar uma natureza verdadeiramente intocada e o silêncio da montanha.
“Nas Margens de um Rio Selvagem” irá proporcionar a todos 2 dias de verdadeiro “Wilderness”.
Caminhos antigos que nos conduzem a bosques escondidos dos olhares do homem. Vales no interior de montanhas rochosas onde só os mais afoitos conseguem chegar. Água, muita água que jorra pelas encostas da serra e se debate no leito de um rio de montanha. Falésias por onde rio se precipita num manto de espuma branca, formando cascatas que desaguam em poços de água cristalina. Água que corre sem controlo mas que nos vai indicar o caminho a seguir até ao final desta actividade em território do Lobo.
O programa completo inclui 1 dormida em Hotel com pequeno-almoço, 2 refeições de campo, um jantar regional, todas as deslocações a partir do ponto de encontro e seguro de acidentes pessoais.
Preço por pessoa – 137.50 euros (se pretender dormidas em quarto individual este valor terá um acréscimo de 16.25 euros)
Crianças até aos 12 anos - 50% do valor
Para mais informações consulte www.ecotura.com ou contacte ecotura@sapo.pt ou 251465025 / 934671393
www.ecoconducao-portugal.pt
A apresentação oficial do Projecto Eco-condução Portugal, decorreu ontem, na FIL – Parque das Nações, em Lisboa, na presença de diversos convidados e Órgãos de Comunicação Social que participaram na acção de sensibilização e numa sessão de demonstração de boas práticas, que incluiu uma sessão demonstração em Eco-condução.
O Projecto Eco-condução Portugal é um projecto pioneiro de âmbito nacional, que tem como objectivo promover a adopção de hábitos de condução mais eficientes e seguros, com vista à redução dos consumos de combustível, emissão de poluentes e gases com efeito de estufa, promovendo também uma maior segurança rodoviária.
A eco-condução permite obter diversos benefícios através da adopção de melhores práticas de condução, ajustadas às actuais tecnologias automóveis. Esta diferença pode representar, em Portugal, poupanças anuais em consumo de combustível superiores a 1700 Milhões de Euros.
O Projecto Eco-condução Portugal tem 2 fases distintas. No âmbito da primeira fase do projecto estão a ser desenvolvidas diversas actividades enquadradas no Salão Internacional do Automóvel 2008.
A segunda fase do projecto, igualmente lançada durante o Salão Internacional do Automóvel, decorrerá durante os 12 meses seguintes. A campanha ECO-CONDUTORES À PROVA tem como objectivo acompanhar 20 condutores, compreender os seus hábitos de condução e promover a melhoria dos seus desempenhos. No final da campanha o eco-condutor revelação receberá um Ford ECOnetic! Candidaturas em www.ecoconducao-portugal.pt/ecocondutores-a-prova .
A campanha ECO-CONDUTORES À PROVA conta com o apoio da Ford Lusitana.
O Projecto Eco-condução Portugal promovido pela ACAP- Associação Automóvel de Portugal tem como parceiros a BP Ultimate, Brisa – Auto-estradas de Portugal e a Michelin.
A equipa de investigação DTEA – Transportes, Energia e Ambiente, coordenada pelo Professor Tiago Farias, do Instituto Superior Técnico, é responsável pelo acompanhamento científico do Projecto. O desenvolvimento e implementação das acções são da responsabilidade da Occam, uma empresa de consultoria e formação nas áreas dos transportes, da energia e do ambiente.
Mais informações em www.ecoconducao-portugal.pt
"Tendo por objectivo promover o desenvolvimento físico, hábitos de vida saudável. e o intercâmbio entre Instituições vamos realizar, durante o mês de Maio, “Mês do Coração” um conjunto de actividades desportivas, nas quais inserimos a “Caminhada pela Saúde”, a realizar no próximo dia 20 de Maio, na Serra da Portela de Oliveira."A viagem continua pelo fim-de-semana com mais 2 dias em território do Lobo. Uma fabulosa travessia até Espanha por caminhos outrora percorridos por contrabandistas e ainda hoje calcorreados pelo nosso último grande predador, o Lobo Ibérico.
Pensando naqueles que não terão os 4 dias disponíveis esta actividade poderá ser usufruída da seguinte forma: Os 4 dias, só o primeiro dia ou só o fim-de-semana.
O programa completo inclui 3 dormidas com pequeno-almoço, 3 refeições de campo, um jantar regional, deslocações de carro a partir do ponto de encontro e seguro de acidentes pessoais.
Preço por pessoa – 197.5 euros (se pretender dormidas em quarto individual este valor terá um acréscimo de 45 euros)
Só o 1º dia – 35 euros (não inclui dormida nem refeição)
Só o fim-de-semana – 112.5 euros (inclui uma dormida, duas refeições de campo, um jantar regional, deslocações de carro a partir do ponto de encontro e seguro de acidentes pessoais.
Crianças até aos 12 anos - 50% do valor.
Vídeos e documentários educativos sobre vários temas:
http://www.youtube.com/profile
http://www.eco-gaia.net/forum
A não perder - Excelente documentário ambiental "The 11th hour":
http://video.google.com
http://video.google.com
Imagens para divulgar / distribuir:
http://web-album.eco-gaia.net
http://web-album.eco-gaia.net
Consequências nefastas para o ambiente e a saúde no consumo de carnes/peixe:
www.avp.org.pt - www.centrovegetariano.org - www.sejavegetariano.org
Inquéritos relacionados com o Ambiente - Dê a sua opinião e vote:
http://infonature.org/site-pt